Terapia Holística funciona? Estudos e comprovações científicas!

Terapia holística funciona? O que a ciência diz sobre os efeitos das Terapias Holísticas? O que é mito e o que é verdade? Se você tem alguma destas dúvidas, acompanhe este artigo.
Eu sou Liana Chiaradia, cofundadora do Guia da Alma – Plataforma de Terapias Holísticas. Boa leitura! 🙂
Índice
Terapia Holística: significado

Foto: Giselleflissak – istock
Primeiro, precisamos ter claro o que é Terapia Holística!
A Terapia Holística é uma abordagem terapêutica que considera nossa saúde como um todo: nos aspectos físico, mental, emocional e energético.
Ela trabalha de maneira integral nosso momento atual, investigando nosso passado e a raiz de nossas desordens, e prevenindo nossa saúde no futuro.
Cada vez mais, a ciência tem compreendido que nossa saúde não depende apenas do físico. Tudo em nosso corpo está interligado. E é por isso que tantas pessoas tem buscado as Terapias Complementares.
Veja seus benefícios no vídeo abaixo:
Alguns exemplos de tipos de Terapias Holísticas amplamente conhecidas são:
O reconhecimento das Terapias Holísticas pela OMS e SUS

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Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde pode ser definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade. E a Terapia Holística leva isto como base.
Desde 1979, a OMS estimula o uso da Acupuntura (técnica da Medicina Tradicional Chinesa). Também reconhece a meditação como um método para a prevenção de doenças.
Desde 2002, a OMS vem estimulando o uso da Medicina Tradicional/Medicina Complementar/Alternativa nos sistemas de saúde de forma integrada às técnicas da medicina ocidental modernas.
Em 2006, duas importantes políticas foram aprovadas pelo Ministério da Saúde do Brasil e implementadas no Sistema Único de Saúde (SUS):
- Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos;
- Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), com 5 tipos de terapias.
Atualmente, o Ministério da Saúde do Brasil oferece 29 tipos de Terapias Holísticas para a população, entre elas: Constelação Familiar, Hipnoterapia, Musicoterapia, Reiki, Florais, Yoga e Meditação. Mais detalhes na reportagem do Ministério da Saúde!
O Ministério da Saúde considera as PICs e Terapias Holísticas tratamentos que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, com foco na prevenção de doenças (como depressão e hipertensão), podendo ser usada também como tratamentos paliativos em doenças crônicas.
Segundo reportagem do Ministério da Saúde (2019), cresceu a procura pelas PICs entre 2017 e 2018:
- Número de atividades coletivas (como yoga e tai chi chuan): de 216 mil para 315 mil, com crescimento de 46%;
- Procedimentos e sessões de Terapias: 157 mil para 355 mil, com aumento de mais de 126%;
- Quantidade de participantes nessas atividades: 4,9 milhõespara 6,67 milhões, cresceu 36%.
“Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre medicina convencional e práticas integrativas e complementares.
Além disso, há crescente número de profissionais capacitados e habilitados e maior valorização dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte dessas práticas.”
Portal do Governo Brasileiro
Confira os dados levantados pelo Ministério da Saúde sobre a procura de PICS no SUS, a partir de 2019:
- De 2019 até a metade de 2022, 84% dos municípios brasileiros (4.665) ofertaram, em algum momento, práticas integrativas e complementares nos sistemas públicos de saúde;
- De acordo com o relatório de monitoramento de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) do Ministério da Saúde, no ano de 2019, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou um total de 1.838 sessões de constelação familiar. No entanto, informações mais atualizadas não foram divulgadas.
- Até julho de 2022, mais de 8,2 mil estabelecimentos em saúde registraram oferta de PICS na atenção primária;
- No mesmo período do ano passado, 3.082 cidades ofereciam as terapias alternativas no SUS;
- A quantidade de procedimentos individuais em PICS realizados na primeira metade de 2022 representa 82% do total realizado em 2021: foram 532 mil até julho do ano passado e 645 mil em 2021;
- Os procedimentos coletivos em PICS também aumentaram: de 13,4 mil em 2021 para 15,6 mil até julho de 2022.
No primeiro ano da pandemia de Covid-19, 61,7% dos brasileiros utilizaram práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) em sua rotina de autocuidados. Das 29 modalidades reconhecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as mais utilizadas foram:
- Meditação e fitoterapia (28,2% dos usuários);
- Reiki (21,6%);
- Aromaterapia (16,4%);
- Homeopatia (14,5%).
Entre os usuários declarados, 25% praticam de quatro a mais PICS.
Esses dados são da pesquisa PICCovid – Uso de Práticas Integrativas e Complementares no Contexto da Covid-19, desenvolvida pelo Icict/Fiocruz em parceria com ObservaPICS e FMP/Unifase. De 25 de agosto a 18 de dezembro de 2020, 12.136 pessoas maiores de 18 anos das cinco regiões do país foram entrevistadas.
Terapias Holísticas no Brasil e no mundo

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Em seus países de origem, as práticas e terapias holísticas são amplamente usadas como pilares da saúde. Algumas com origens milenares.
- Na China, por exemplo, a milenar Medicina Tradicional Chinesa (composta de Acupuntura, Fitoterapia, Massagens, entre outras terapias).
- Na Índia, temos as milenares Yoga, Meditação e Ayurveda.
- Em todo o mundo, temos a Fitoterapia como prova. Esta terapia utiliza as plantas para o tratamento de desordens, descobertas e usadas pelos povos originários há milhares de anos.
Me conta aí quem nunca tomou um cházinho de camomila para se acalmar? Ou um chá de limão com gengibre para resfriado? A Fitoterapia e Naturopatia são bases dos estudos de farmacologia atuais.
Hoje, hospitais brasileiros de ponta, como o Israelita Albert Einstein e o Sírio-Libanês, já contam com serviços de abordagem integrativa.
A terapia de Constelação Familiar está sendo usada no Judiciário para resolução de conflitos. Veja a reportagem do Fantástico:
Além do Brasil, outros países também estão implementando as Terapias Holísticas em seus sistemas de saúde.
“Nos Estados Unidos, o próprio governo estimula a pesquisa e a adesão a essas práticas com o Centro Nacional para Medicina Complementar e Alternativa (NCCAM na sigla em inglês), cujo orçamento supera US$ 120 milhões.
No levantamento mais recente sobre o tema, o Instituto Samueli mostrou que 42% dos hospitais nos EUA (de 714 pesquisados) ofereciam terapias complementares em 2010 — em 2007, o número era 37%.
Isso inclui centros prestigiados como MD Anderson e Memorial Sloan-Kettering Cancer Center e universidades como Harvard, que já dispõem de departamentos dedicados à pesquisa e aplicação de acupuntura, técnicas de relaxamento e afins.
O número de estudos sobre o tema cresceu 33% em cinco anos, de acordo com o banco de dados de publicações médicas Pubmed. Só em 2011 foram 514 artigos divulgados.”
Reportagem Dossiê: Medicina Integrativa, da Revista Galileu
Em pesquisa da NCCAM de 2018, de quatro em cada dez americanos recorriam às Terapias Holísticas.
Na Escola de Medicina da Universidade de Michigan, o Reiki é ministrado a enfermeiras e pessoal médico. Outro exemplo é o Hartford Hospital, em Connecticut, onde pacientes recebem terapias de Reiki.
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Terapia Holística funciona? Estudos científicos dizem que sim!

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Vocês podem assistir ao resumo dos estudos no vídeo abaixo! Ou continuar lendo o artigo para mais detalhes, sobre os resultados de estudos científicos em torno das de algumas Terapias Holísticas principais!
Veja também o vídeo com diversos trechos:
Comprovação científica das Barras de Access
Barras de Access é uma terapia corporal e energética que, por meio de toques suaves em 32 pontos da cabeça, libera pensamentos negativos.
O neurocientista Phd Dr. Jeffrey L. Fannin, mapeou com eletroencefalogramas o cérebro de pacientes da terapia Barras de Access, comprovando seu benéfico efeito no sistema nervoso central, similar ao da Meditação.
Vídeo onde o Jeffrey explica a comprovação das Barras de Access pela neurociência (ainda sem legendas para o português):
Comprovação científica da Yoga
A yoga é uma prática milenar originada na Índia, que combina exercícios físicos, técnicas de respiração, meditação e filosofia. Seu objetivo principal é promover o equilíbrio e a harmonia entre o corpo, mente e espírito, podendo trazer diversos benefícios para a saúde mental, emocional e física.
- Pesquisadores da Universidade da Califórnia conduziram um estudo em 2004 no qual constataram que indivíduos com depressão que participaram de duas aulas semanais de yoga, com duração de uma hora cada, experimentaram uma redução significativa nos sintomas de depressão e ansiedade.
Além disso, observou-se uma diminuição no mau humor e cansaço, juntamente com um aumento nos níveis de cortisol, um hormônio associado à regulação do estresse. Esses resultados sugerem que a prática regular de yoga pode ser benéfica como um complemento terapêutico no tratamento da depressão, proporcionando alívio dos sintomas emocionais e físicos relacionados a essa condição.
- Outra pesquisa, conduzida pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, em 2005, demonstrou que a prática de yoga é mais eficaz do que exercícios específicos para alívio da dor nas costas, e os benefícios se mantêm por um período prolongado de vários meses.
No mesmo ano, pesquisadores da Universidade da Califórnia realizaram um estudo que envolveu a comparação de três grupos distintos de mulheres.
O primeiro grupo era composto por 43 mulheres praticantes de lyengar e ashtanga, o segundo grupo era formado por 45 mulheres que se dedicavam a exercícios aeróbicos, e o terceiro grupo era composto por 51 mulheres sedentárias.
Os resultados revelaram que as mulheres que praticavam yoga demonstraram ter uma maior consciência corporal e uma maior satisfação com seus corpos em comparação aos outros grupos. Esses achados destacam os benefícios psicológicos e emocionais proporcionados pela prática da yoga, promovendo uma relação mais saudável e positiva com o corpo.
- Existem pesquisas que estabelecem uma conexão entre a prática de yoga e o alívio de dores em indivíduos que sofrem de artrite, fibromialgia e dor nas costas.
Por exemplo, um estudo publicado em 2011 no periódico Annals of Internal Medicine analisou 313 adultos que enfrentavam dor crônica nas costas.
Dos 156 participantes que se engajaram em sessões de yoga durante três meses, muitos relataram uma redução do desconforto e até mesmo uma melhora na funcionalidade das costas.
Um grupo de estudiosos da Universidade da Califórnia também realizou uma revisão de 26 estudos que abordaram a utilização de terapias de corpo e mente, tais como Tai Chi, yoga e meditação, com o objetivo de investigar os efeitos dessas práticas na redução de sintomas e na melhoria da qualidade de vida.
Os resultados, divulgados em 2016, revelaram que tais terapias foram capazes de diminuir a atividade de genes relacionados à inflamação. Adicionalmente, uma análise adicional, publicada em 2014 no periódico PLOS One, demonstrou que a prática de yoga desempenha um papel significativo na diminuição da inflamação associada a condições como câncer, diabetes e doenças cardiovasculares.
- Uma pesquisa realizada por especialistas de Harvard e publicada em 2014 no periódico European Journal of Preventive Cardiology revelou que a prática de yoga pode ser tão eficaz quanto exercícios tradicionais, como caminhada, na redução dos riscos de doenças cardíacas.
Esse estudo indicou que a prática regular de yoga resultou em uma diminuição do Índice de Massa Corporal (IMC), pressão arterial, níveis de colesterol e frequência cardíaca dos participantes voluntários. Dessa forma, os benefícios proporcionados pela yoga contribuíram para a promoção da saúde cardiovascular de maneira semelhante aos exercícios físicos convencionais.
- Uma análise adicional, divulgada em 2014 no periódico Journal of Clinical Oncology, revelou que a prática de yoga teve um impacto positivo na qualidade de vida de mulheres que estavam passando por sessões de radioterapia para tratar o câncer de mama.
Além disso, essa modalidade de exercício também demonstrou reduzir significativamente a fadiga e os sintomas de depressão entre as participantes voluntárias. Esses resultados indicam que a yoga desempenha um papel benéfico na saúde emocional e físico das mulheres submetidas ao tratamento do câncer de mama através da radioterapia.
- De acordo com um estudo realizado no Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein e publicado em 2017, a prática regular de yoga também desempenha um papel importante na preservação de regiões cerebrais associadas à atenção e memória.
Esse estudo revelou que o exercício físico proporcionado pela yoga possui propriedades de neuroproteção, retardando o processo de degeneração cerebral que ocorre naturalmente com o envelhecimento, da mesma forma que auxilia na prevenção da perda de massa muscular.
- No mesmo ano, em estudo conduzido pela Universidade de Waterloo, no Canadá, foi revelado que a prática diária de apenas 25 minutos de yoga pode aprimorar as funções cerebrais, habilidades cognitivas e a capacidade de controlar respostas emocionais impulsivas, bem como padrões de pensamento e ações habituais.
Os resultados desse estudo sugerem que a incorporação regular da yoga na rotina pode ter benefícios significativos para o funcionamento mental e emocional, promovendo uma maior clareza mental, foco e autodisciplina.
Rui Afonso, autor principal da pesquisa, enfatizou a relevância dessa descoberta para a saúde cerebral e destacou o papel positivo da yoga como uma prática que promove a preservação cognitiva.
Comprovação científica da Meditação
A Meditação é uma prática milenar de atenção plena. Já existem milhares de comprovações científicas sobre seus efeitos positivos para a mente e corpo.
Já falamos em outro artigo em nosso blog sobre o impacto da meditação na redução do cortisol (hormônio do estresse) e o aumento da serotonina (hormônio da felicidade).
Segundo a revista Veja Saúde foram conduzidos aproximadamente 370 estudos sobre meditação. Um dos estudos de destaque, realizado pelo Hospital Geral de Massachusetts nos Estados Unidos, envolveu a análise de 93 indivíduos e constatou uma redução significativa nos níveis de estresse com a prática da meditação. A revista ainda afirma que
“um estudo realizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e o Instituto Appana Mind revelou que 1 hora e 15 minutos de Yoga e meditação três vezes por semana, ao longo de dois meses, cortou pela metade a concentração de cortisol de uma turma em que a ansiedade atingia índices alarmantes, os cuidadores de doentes com Alzheimer.”
Além disso, conforme uma pesquisa conduzida pela revista Sleep and Biological Rhythm, que monitorou os padrões de sono de homens e mulheres com idades entre 30 e 60 anos, verificou-se que aqueles que praticavam meditação apresentavam períodos de sono mais prolongados.
Veja mais: uma pesquisa conduzida pela renomada Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, forneceu evidências concretas sobre os benefícios da meditação na redução da ansiedade. De acordo com o estudo, praticar a meditação diariamente por 30 minutos pode ajudar a aliviar sintomas de ansiedade, depressão e dores crônicas.
O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, conduziu uma pesquisa para avaliar os efeitos da meditação intensiva no cérebro. Os participantes foram divididos em dois grupos: aqueles com experiência prévia em meditação e aqueles que nunca haviam praticado. Os primeiros resultados apontam para uma maior ativação da área do cérebro responsável pela atenção nas pessoas que meditam.
Judson A. Brewer, psiquiatra e neurocientista da Universidade de Yale, destacou que a meditação estimula a atividade cerebral relacionada a pensamentos positivos, o que tem influência direta no aumento da produção de anticorpos.
Além disso, a meditação também intensifica a ação da enzima telomerase, que desempenha um papel protetor nas células, evitando a instabilidade genética, entre outras funções.
A médica Ana Carolina Ferreira Gomes, hematologista da equipe de oncologia do Hospital da Baleia, afirma que a meditação pode ser utilizada como um tratamento complementar e adjuvante ao cuidado médico. Ela auxilia no controle de doenças mentais, físicas, sintomas de dor, insônia, obesidade e muitas outras condições, sem apresentar contraindicações.
Veja a reportagem da BBC Brasil sobre os efeitos positivos da Meditação pela neurociência:
Confira também o estudo científico de Richard Davidson, cientista da Universidade de Winsconsin – Madison.
Comprovação científica da hipnose
A hipnoterapia é uma abordagem terapêutica que utiliza a hipnose como uma ferramenta para promover mudanças positivas na mente e no comportamento de uma pessoa. É uma técnica que combina elementos da hipnose tradicional com métodos terapêuticos para tratar uma variedade de questões emocionais, comportamentais e físicas.
Durante uma sessão de hipnose terapêutica, um terapeuta treinado guia o indivíduo a um estado de relaxamento profundo e foco aumentado, chamado de transe hipnótico. Nesse estado, a pessoa está mais aberta a sugestões e é capaz de acessar partes inconscientes da mente, onde padrões de pensamento, emoções e comportamentos são formados.
No Brasil ela é amplamente utilizada, inclusive por hospitais e clínicas médicas e odontológicas.
- O Conselho Federal de Odontologia estabeleceu regulamentações para o uso da hipnose como complemento da anestesia odontológica.
- O Conselho Federal de Medicina reconhece a hipnose como uma ferramenta válida no tratamento de dores crônicas.
Um exemplo disso é o Hospital das Clínicas, em São Paulo, que oferece a hipnoterapia como uma opção para aliviar as dores em pacientes com câncer.
A hipnose também é reconhecida em diversas formas de psicoterapia e existem estudos comprovando sua eficácia no tratamento de transtornos como tabagismo, ansiedade, depressão e outros distúrbios psíquicos.
Além disso, pesquisas recentes têm revelado efeitos fisiológicos, sugerindo que a técnica pode auxiliar no tratamento de hipertensão, problemas gastrointestinais e fortalecimento do sistema imunológico.
Estudos conduzidos na Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, revelaram inclusive diferenças estruturais no cérebro de pessoas que entram em um estado hipnótico com mais facilidade.
Sentiu interesse?
Comprovação científica do Reiki
O Reiki é uma terapia holística que utiliza a imposição das mãos para o reequilíbrio energético, promovendo bem-estar físico e mental. Elimina bloqueios e toxinas, reestabelecedo o fluxo de energia vital – Qi.
É uma das terapias holísticas mais reconhecidas. Existem diversos estudos científicos sobre o tema, destaco alguns aqui:
Tese de mestrado: “Avaliação de efeitos da prática de imposição de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos” – Ricardo Monezi – USP, 2003: Comprovou que os glóbulos brancos e células imunológicas do grupo de camundongos que recebeu a terapia Reiki, dobraram sua capacidade de destruir células cancerígenas.
Dissertação: Reiki: um estudo localizado sobre terapias alternativas, ideologia e estilo de vida – Paula de Campos Babenko – UFSCar – 2004: Concluiu que o Reiki já não se trata de uma técnica alternativa, mas que “corresponde a uma prática que elabora verdadeiros modelos para os sujeitos responderem ao mundo, assentada em um conjunto de valores convencionados como “positivos” à construção da própria pessoa e que visam, sobretudo, desenvolver auto-equilíbrio, o autodesenvolvimento e a autopercepção.”
Artigo científico: “Efeito do Reiki na hipertensão arterial” – Léia Fortes Salles, Luciana Vannucci, Amanda Salles e Maria Júlia Paes da Silva – 2014: “O Reiki teve efeito positivo na diminuição da pressão arterial alterada, sugerindo ser uma técnica complementar para o controle da hipertensão.”
Mais estudos com efeitos positivos sobre o Reiki:
- Dissertação de Mestrado: Efeitos do reiki na evolução do granuloma induzido através da inoculação do BCG em hamsters e do tumor ascítico de Ehrlich induzido em camundongos – Ricardo Rodrigues Garé – USP, 2008
- Dissertação de Mestrado: Efeitos do Reiki sobre a viabilidade celular e a atividade da mieloperoxidase de neutrófilos humanos in vitro: estudo experimental – Luciana Vannucci – USP, 2017
- Dissertação de Mestrado: O Reiki nas práticas de cuidado de profissionais do Sistema Único de Saúde – Tony de Carlo Vieira – UFSC, 2017
- Efeitos da Prática do Reiki sobre Aspectos Psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse: estudo placebo e randomizado – Ricardo Monezi – USP, 2013
- Reiki Is Better Than Placebo and Has Broad Potential as a Complementary Health Therapy – David E. McManus, PhD – 2017
Além disso, um estudo da Fiocruz, conduzido pela Escola Nacional de Saúde Pública, realizado entre março de 2020 e dezembro de 2021, teve como objetivo analisar os efeitos do reiki à distância, por meio de dispositivos móveis, combinado com escuta terapêutica, em oito mulheres diagnosticadas com depressão.
Embora os resultados da pesquisa tenham sido divulgados por meio de um comunicado de imprensa e não estejam disponíveis em periódicos científicos, ao final do período de intervenção, os pesquisadores observaram melhorias significativas no sono, bem-estar e nas relações familiares das participantes, além de uma redução da ansiedade e tristeza.
Terapias complementares na pandemia
Durante o primeiro ano da pandemia do coronavírus (2020), mais de 60% da população brasileira adotou pelo menos uma prática complementar de autocuidado para lidar com questões de saúde. Essa descoberta foi resultado de um estudo pioneiro conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz, em colaboração com a Faculdade de Medicina de Petrópolis, localizada na região serrana do estado do Rio de Janeiro.
Confira, ainda, os resultados da pesquisa Contribuições das Terapias Holísticas para Saúde Mental no Contexto da Pandemia, presente na Revista de Psicologia, publicada em 2022:
- Moreira et al. (2020) conduziram um estudo em um hospital universitário, onde avaliaram como o uso de certas práticas de cuidado complementares pode ajudar profissionais de saúde durante a pandemia. Eles descobriram que essas práticas melhoraram o sono, diminuíram a ansiedade e o estresse para aqueles que participaram delas;
- Santana, Assis e Araújo Jorge (2021) investigaram como a promoção da saúde é abordada na formação de terapeutas comunitários. Eles descobriram que a integração de práticas holísticas com o aprendizado teórico e prático levou a uma melhora nas práticas de aprendizagem e no trabalho realizado na comunidade;
- Oliveira et al. (2021) examinaram como o isolamento social afetou os idosos durante a pandemia. Eles descobriram que os idosos enfrentaram problemas como ansiedade, depressão, estresse e alterações comportamentais. Portanto, terapias holísticas se tornaram indispensáveis para a manutenção da saúde mental dos idosos;
- Souza et al. (2020) conduziram uma revisão integrativa sobre a violência contra os idosos e destacaram a importância do cuidado com a saúde mental dos idosos, especialmente a violência psicológica, que é comum nessa fase da vida. Terapias holísticas desempenham um papel relevante na melhoria da saúde mental durante a velhice;
- Salles et al. (2021) avaliaram os impactos da pandemia na saúde mental dos estudantes de medicina, considerando o ensino remoto e as práticas presenciais. Eles concluíram que o apoio psicológico e a resiliência institucional são importantes para alunos e profissionais de saúde que estão na linha de frente. Além disso, ressaltaram a importância das terapias holísticas nesse processo.
Terapia Holística funciona pra mim?

Foto: DragonImages – istock
Depois de ver todos estes efeitos positivos das Terapias Holísticas, o que você acha de fazer um teste? 🙂
O próximo passo é você escolher qual a melhor Terapia para o seu momento atual.
- Para te ajudar, escrevi um artigo especial: Qual terapia devo fazer? Guia: Tipos de Terapias Holísticas!
- Também temos um teste: Qual a melhor Terapia Holística para mim?
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