O que é Desprogramação Neurobiológica e como funciona?

Uma técnica indicada para traumas emocionais, bloqueios mentais, padrões repetitivos e crenças limitantes.
desprogramação neurobiológica - terapia
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Qualquer pessoa, em qualquer idade, pode receber a sessão de Desprogramação Neurobiológica. As sessões duram cerca de 30 minutos. Os efeitos e benefícios são vários, dependendo do objetivo de cada pessoa. Boa leitura!


 

O que significa Neurobiologia?

O que significa Neurobiologia

Foto: kjpargeter | Capa: Tony James-Andersson

Neurobiologia é o estudo das células do sistema nervoso e da organização dessas células dentro de circuitos funcionais que processam a informação e medem o comportamento.

É uma subdisciplina tanto da biologia, como da neurociência.

Mas a neurobiologia distingue-se da neurociência, um campo muito mais amplo e relacionado com qualquer estudo científico do sistema nervoso.

A neurobiologia tampouco deve ser confundida com outras subdisciplinas da neurociência como: a neurociência computacional, a neurociência cognitiva, a neurociência do comportamento, a psiquiatria biológica, a neurologia e a neuropsicologia, apesar das conexões que há entre essas subdisciplinas.

Neurobiologia, portanto, é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso – especialmente a sua anatomia, fisiologia e evolução. Os cientistas que se dedicam à neurobiologia são chamados neurobiólogos.

 

A neurobiologia das emoções

A neurobiologia das emoções

Foto: Gino Crescoli – Pixabay

Segundo Bruce Lipton (biólogo e escrito do livro “A Biologia da Crença”), em formas mais evoluídas e conscientes de vida, o cérebro desenvolve um nível de especialização, que permite a toda comunidade de células refinar seus sinais reguladores, convertendo os sinais de comunicação química em sensações acessíveis a todas as células da comunidade.

Sendo assim, a mente consciente é capaz de ler e gerar emoções, que se manifestam por meio da emissão controlada de sinais pelo sistema nervoso.

Estudo feitos por Candace Pert, autor do livro “Molecules of Emotion”, mostram que os receptores-processadores de informações da membrana das células nervosas estavam presentes em todas as células do corpo, chegando a conclusão de que a “mente” não se concentra  apenas no cérebro, mas sim que está distribuída em moléculas sinalizadoras presentes no corpo todo.

O estudo de Pert apontou também que as emoções não se originam apenas de respostas do corpo ao ambiente.

A nossa mente tem a capacidade de usar o cérebro para gerar moléculas de emoção e agir sobre todo o sistema, fazendo com que a consciência pode tornar um corpo doente mais saudável. E seu controle inconsciente inapropriado das emoções pode causar distúrbios.

Em seu livro “A biologia da crença”, Lipton afirma que a capacidade da mente consciente de se sobrepor aos comportamentos programados da mente inconsciente é o que nos permite ter livre-arbítrio, desligando o dispositivo de estímulo-reação que é a nossa mente subconsciente. 

 

A neurobiologia dos transtornos mentais, como ansiedade e depressão

A neurobiologia dos transtornos mentais, como ansiedade e depressão

Foto: Pixabay

Os transtornos mentais não estão associados apenas a disfunção de hormônios como a serotonina.

Se fosse apenas o aumento da disponibilidade de serotonina, o tratamento da ansiedade e depressão seriam comparados ao de uma disfunção endócrina, ou seja “tal hormônio não está sendo produzido em quantidade satisfatória, então devemos repor essa substância”.

Erroneamente esses transtornos também são associados apenas à decorrência de situações traumáticas, como perda de um ente querido, um acidente ou doença grave.

Mas o comprometimento da saúde mental não depende necessariamente de um trauma. Mesmo quem leve uma vida supostamente feliz e perfeita pode sentir-se vulnerável.

O psiquiatra Rodrigo Leite, coordenador dos Ambulatórios de Psiquiatria da USP, avalia que “Ser bem-sucedido, em geral, decorre de inúmeras renúncias e privações que podem se manifestar sob forma de um quadro depressivo ou ansioso”.

Ele explica ainda que temos dificuldades em aceitar que somos imperfeitos, falhos e mutáveis, por isso muitas pessoas não se sentem “no direito” de ter depressão ou ansiedade, como se fosse um necessário pré-requisito traumático para chegar no diagnóstico.

A médica Ariadne Magrinelli explica em “Bases neurobiológicas da ansiedade”, a relação entre o medo e a ansiedade. De uma maneira geral, a ansiedade se diferencia do medo pela ausência de estímulo externo que produz a reação.

Alguns especialistas também a descrevem como medo não resolvido. A ansiedade é um sentimento vago de medo, apreensão, caracterizado pela tensão ou desconforto derivado de uma antecipação de perigo ou algo desconhecido.

Quando esses sentimentos são constantes, persistentes e desproporcionais aos acontecimentos, impedindo a vida normal, é diagnosticado um distúrbio de ansiedade.

 

Estresse e a sua relação com a baixa imunidade

Estresse e a sua relação com a baixa imunidade

Foto: Marcus Aurelius – Pexels

Bruce Lipton explica em seu livro que o estresse compromete a sobrevivência do corpo, pois os mecanismos de crescimento e proteção, indispensáveis para organismos multicelulares como os seres humanos, são afetados de acordo com o tamanho da ameaça que o nosso corpo capta.

Esse estado de estresse contínuo faz com que o corpo interrompa a luta contra bactérias e vírus, para utilizar essa energia para fuga – como se estivéssemos fugindo de um leão, por exemplo.

Sinais de estresse constante podem causar um processamento mais lento da mente consciente e também a redução da inteligência.

Estudos divulgados pela revista Science mostram que cada vez mais os pesquisadores associam a inibição do crescimento neural pelos hormônios de estresse e depressão.

Pacientes com depressão crônica apresentaram retração no hipocampo e córtex pré-frontal, o centro do raciocínio.

O biólogo sugere também que seja feita uma análise dos medos e como eles afetam sua vida. Ele sugere refletir sobre:

Quais medos impedem seu crescimento? De onde eles vêm? São realmente necessários? São reais? De alguma maneira contribuem com sua vida?

“Não temos o que temer a não ser o próprio medo”.

Bruce Lipton

 

O que é Desprogramação Neurobiológica e como funciona?

O que é Desprogramação Neurobiológica e como funciona

Foto: kjpargeter – freepik

A célula é a menor parte de um ser vivo com formas e funções definidas, tendo tudo o que é necessário para realizar as funções de nutrição, produção de energia e reprodução, que nos mantém vivos.

O corpo humano é formado por milhares de células as quais estão unidas para formar tecidos, órgãos e sistemas, que trabalham juntos para garantir o funcionamento do organismo como um todo e, consequentemente, nos manter vivos.

A energia atua de forma rápida e muito eficaz. A plasticidade dos neurônios é ativada, melhorando o funcionamento do seu corpo.

A Desprogramação Neurobiológica atua limpando as impressões que traumas emocionais, bloqueios mentais, padrões repetitivos e crenças limitantes deixam impressos nas nossas células, permitindo que elas voltem à forma original de funcionar, liberando os impactos sofridos ao longo de sua vida.

A técnica foi canalizada por Douglas Rodrigues, criador do curso de Desprogramação Neurobiológica, que habilita terapeutas para atenderem com a técnica.

O propósito da Desprogramação é criar uma realidade na qual você possa permitir que as suas células voltem ao formato original, acessando todo seu potencial, permitindo que dons, habilidades e capacidades que até então estavam escondidas no DNA de cada célula estejam disponíveis.

 

Benefícios e efeitos

Desprogramação Neurobiológica benefícios e efeitos

Foto: kjpargeter – freepik

A energia da Desprogramação é inteligente e trabalha nas áreas em que se requer mais atenção, mas é possível direcioná-la para temas e questões específicas. Entre os benefícios mais comuns estão:

  • Aumento da frequência energética;
  • Limpeza de energias de traumas e bloqueios do passado;
  • Liberação de medos e fobias;
  • Recuperação do corpo físico;
  • Emagrecimento;
  • Melhoria da ansiedade e depressão;
  • Manifestação de novos projetos;
  • Aumento da autoestima e amor próprio;
  • Equilíbrio nas mais diversas áreas.

Ela também é muito indicada para pessoas introvertidas, pois durante a sessão é o terapeuta que conduz você.

 

Depoimentos

Desprogramação Neurobiológica depoimentos

Foto: kjpargeter – freepik

Veja alguns depoimentos de quem já fez a sessão de Desprogramação Neurobiológica comigo 🙂

Já fiz algumas sessões de DNB com a Patricia e são sempre maravilhosas. Mudei uma questão na minha vida que já se arrastava há anos com apenas uma sessão. Sou muito grata por esse nosso encontro.” – Telma

“Fiz algumas consultas com a Patrícia de Desprogramação Neurobiológica na área de dinheiro e foi literalmente uma chave que virou na minha vida. Foi tudo muito bom na minha vida, abriu portas de um jeito que nunca aconteceu antes.” – Lorena

Fiz uma sessão de Desprogramação Neurobiológica e saí da sessão totalmente encantada e mexida com a curas que eu senti sendo feitas em mim, e só tenho a agradecer por passar por esse processo facilitado de maneira tão amorosa e profunda.” – Jaqueline

“Tratei um problema físico e o efeito foi imediato. Recomendo.” – Jorge

Observação: essa técnica é incrível para seu autoconhecimento e bem-estar, sendo complementar a outros tratamentos. Em nenhum caso, substitui acompanhamento médico.

 

A sessão de Desprogramação Neurobiológica (DNB)

Foto: Vlada Karpovich – Pexels

Não existe uma quantidade mínima ou máxima de sessões. É possível receber todos os dias, uma vez por semana ou quando perceber que pode ser uma contribuição.

Lembrando que cada sessão é única e quanto mais escolher, mais pode descobrir algo novo.

Qualquer pessoa, em qualquer idade pode receber a sessão. As sessões duram cerca de 30 minutos e podem ser online (por videochamada) ou à distância.

Quer conhecer mais a técnica?

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