Burnout, ansiedade, depressão, estresse no trabalho: quais as diferenças?

Em um cenário cada vez mais desafiador, termos como burnout, ansiedade, depressão e estresse têm se tornado recorrentes nas conversas sobre saúde mental, especialmente no contexto profissional.
Essas condições não apenas afetam o bem-estar individual, mas também têm implicações significativas nas dinâmicas de trabalho e na produtividade.
Compreender as nuances e diferenças entre esses conceitos é de extrema importância para desenvolver estratégias eficazes de prevenção e suporte aos colaboradores.
Neste contexto, exploraremos as características distintivas de burnout, ansiedade, depressão e estresse, buscando promover uma compreensão mais abrangente e sensível dessas importantes questões de saúde mental no ambiente de trabalho.
Sou Rodrigo Roncaglio, CEO do Guia da Alma: plataforma de saúde mental para empresas e pessoas. Boa leitura!
Índice
Burnout, ansiedade, depressão, estresse: quais as diferenças?

Foto: Dima Berlin – istock
Embora compartilhem sintomas, e possam estar presentes ao mesmo tempo em uma pessoa, cada condição tem características distintas, exigindo abordagens específicas de diagnóstico e tratamento.
Vamos saber um pouco mais sobre cada uma?
Síndrome de Burnout – CID: o que é? Significado!
O termo burnout refere-se a um estado de exaustão física, emocional e mental resultante do acúmulo de estresse crônico no trabalho.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) reconhece o Burnout e, a partir de 2022, a Síndrome de Burnout está na CID-11 (Classificação Internacional de Doenças) como:
“estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”.
A mudança na classificação traz uma evidente relação do Burnout com o ambiente de trabalho e a responsabilidade da empresa sobre a saúde mental e integridade dos colaboradores.
Burnout também está na lista de doenças relacionadas ao trabalho, atualizada pelo Ministério da Saúde em 2023.
Essa classificação pode ter um efeito grandioso em processos trabalhistas e indenizações relacionadas ao tema.
Algumas dos principais recursos que o funcionário pode usar são:
- Diagnóstico e laudo médico;
- Histórico do profissional;
- Avaliação do ambiente de trabalho;
- Relatos de testemunhas;
- Provas de degradação emocional;
- Fatores causadores da síndrome, como: assédio moral e cobranças agressivas.
Segundo pesquisa do International Stress Management Association (Isma-BR) de 2018, os danos antes da pandemia, mostraram que 32% dos trabalhadores brasileiros tinham Burnout, ficando em segundo lugar no ranking mundial (só ficando atrás do Japão).
Durante a pandemia e no pós, considera-se que esses dados tenham crescido consideravelmente.
O esgotamento profissional é comumente associado a:
- Ambientes de trabalho estressantes;
- Alta carga de responsabilidade;
- Longas horas de trabalho;
- Falta de suporte adequado.
Alguns dos sintomas do Burnout são:
- Incapacidade de se desligar do trabalho, estando sempre online e fazendo horas extras;
- Negligência das necessidades pessoais: o trabalho vem em primeiro lugar;
- Exaustão;
- Pode vir acompanhada de depressão.
Ansiedade – CID: o que é?
A ansiedade é uma reação natural do corpo e atua como um mecanismo de sobrevivência para antecipar situações de perigo. Porém, estar sempre ansioso pode passar a ser uma doença.
O que ansiedade pode causar na mente?
A crise de ansiedade, ou ataque de ansiedade, é frequentemente associada ao transtorno de ansiedade, que pode se manifestar de várias formas, incluindo o Transtorno do Pânico.
Na Classificação internacional de doenças, está como F41 Transtornos ansiosos, podendo ser classificada como:
- F41 Outros transtornos ansiosos
- F41.0 Transtorno de pânico (ansiedade paroxística episódica)
- F41.1 Ansiedade generalizada
- F41.2 Transtorno misto ansioso e depressivo
- F41.3 Outros transtornos ansiosos mistos
- F41.8 Outros transtornos ansiosos especificados
- F41.9 Transtorno ansioso não especificado
Quando a ansiedade passa a ser patológica, outras reações também podem ser desencadeadas, como:
- Fobias;
- Transtorno obsessivo compulsivo (TOC);
- Transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
A ansiedade excessiva pode ser identificada através de sintomas físicos e emocionais, como:
- Palpitações;
- Sudorese;
- Tremores;
- Falta de ar;
- Sensação de perigo iminente;
- Preocupação constante;
- Crises de ansiedade;
- Ataques de pânico.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ansiedade afeta 18,6 milhões de pessoas no Brasil, colocando o país como líder global em índices de ansiedade.
Uma pesquisa realizada pelo Guia da Alma com 24 mil brasileiros entre 2020 e 2023 mostrou que 60% apresentavam nível elevado de ansiedade.
O que é depressão CID – F?
A depressão CID-F é uma condição de saúde mental que afeta o estado emocional, o pensamento e o comportamento de uma pessoa.
Ela tem diferentes níveis:
- F32 Episódios depressivos;
- F32.0 Episódio depressivo leve;
- F32.1 Episódio depressivo moderado;
- F32.2 Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos;
- F32.3 Episódio depressivo grave com sintomas psicóticos;
- F32.8 Outros episódios depressivos;
- F32.9 Episódio depressivo não especificado
- F34.0 Ciclotimia
- F34.1 Distimia
Infelizmente, foi classificada pela OMS como a “doença do século”, sendo a mais incapacitante em todo mundo. Em todo o mundo, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram com esse transtorno.
A depressão CID é caracterizada pela:
- Sensação persistente de tristeza;
- Desesperança;
- Falta de interesse ou prazer em atividades que antes eram consideradas agradáveis.
A depressão CID pode ser desencadeada por uma combinação de fatores, incluindo predisposição genética, desequilíbrios químicos no cérebro, eventos estressantes da vida, trauma e fatores ambientais.
Ela pode afetar pessoas de todas as idades e origens.
Ela pode se apresentar de diferentes formas e tipos:
- Transtorno Depressivo Maior (TDM): Também conhecido como depressão clínica, é caracterizado por episódios prolongados de tristeza profunda, perda de interesse ou prazer em atividades cotidianas, alterações no sono e apetite, fadiga e sentimentos de desesperança;
- Transtorno Distímico: Uma forma de depressão crônica de longa duração, mas menos intensa do que o TDM. Os sintomas podem ser menos graves, mas persistem por um período mais longo.
- Transtorno Bipolar (Tipo II): Embora seja um transtorno do humor que envolve episódios de depressão, o transtorno bipolar também inclui episódios de mania ou hipomania. O Tipo II é caracterizado por episódios depressivos mais frequentes;
- Transtorno Afetivo Sazonal (TAS): Depressão que ocorre em determinadas estações do ano, geralmente durante o outono e inverno, quando há menos exposição à luz solar;
- Depressão Atípica: Caracterizada por sintomas como aumento do apetite, ganho de peso, hipersônia (sono excessivo), sensação de peso nas extremidades e reatividade do humor (capacidade de experimentar momentos de melhora em resposta a eventos positivos);
- Depressão Pós-Parto: Acontece após o parto e pode envolver sentimentos intensos de tristeza, ansiedade e exaustão;
- Transtorno Depressivo Persistente (Dysthymia): Similar ao transtorno distímico, mas com sintomas mais persistentes. Envolve uma tristeza crônica e de longa duração, com episódios mais leves do que no TDM.
Lembre-se de que esses são termos gerais e que o diagnóstico e tratamento adequados devem ser realizados por profissionais de saúde mental com base nas necessidades individuais de cada pessoa.
Além disso, a terminologia e classificação podem variar em diferentes sistemas de diagnóstico e ao longo do tempo.
O tratamento da depressão CID geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, que pode incluir os benefícios da terapia e medicação antidepressiva prescrita por um profissional de saúde mental.
O que é estresse?
O estresse é a resposta automática do organismo a determinados estímulos e circunstâncias súbitas, tensas e/ou ameaçadoras.
Para se adaptar à nova situação, o corpo ativa a produção de hormônios, como a adrenalina e o cortisol, que ativa nosso “estado de alerta”, nos permitindo reagir, caso necessário.
Portanto, o estresse é uma reação natural do nosso corpo. Porém, quando as situações estressantes são diárias e excessivas, ele se torna prejudicial à nossa saúde.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o estresse é uma epidemia global. Uma doença que atinge mais de 90% da população do mundo, sendo as mulheres as mais afetadas por terem dupla jornada (profissional e do lar).
Segundo estudos, em seu viés negativo pode ocasionar outras doenças, tais como a depressão e até mesmo o câncer.
O estresse está na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, como:
- F43.0 – Reação aguda ao “stress”
- F43.1 – Estado de “stress” pós-traumático
- F43.8 – Outras reações ao “stress” grave
- F43.9 – Reação não especificada a um “stress” grave
Segundo a Associação Americana de Psicologia, existem diferentes tipos de estresse no trabalho e na vida pessoal. São eles:
- Estresse agudo: reação do corpo a uma situação estressante;
- Estresse agudo episódico: quando o estresse agudo se repete com frequência;
- Estresse crônico: quando o estresse está enraizado no dia a dia;
- Transtorno do Estresse Pós-traumático: gerado após alguma experiência traumática;
- Estresse Pós-Parto: tipo de estresse feminino causado relativo ao parto e pós-parto;
- Estresse Oxidativo: quando os níveis de antioxidantes em nosso corpo não são altos demais para compensar os efeitos nocivos dos radicais livres.
Dentre alguns dos sintomas estão:
- Irritabilidade;
- Estar no limite!
- Tensão no corpo.
Reconhecer os sinais de estresse no trabalho ajuda líderes e colaboradores a tomarem medidas para interromper, diminuir e gerenciar o estresse em seu local de trabalho.
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Como reconhecer Burnout, ansiedade, depressão e estresse no trabalho? Sinais e sintomas!

Foto: Jay Yuno – istock
Reconhecer o burnout, ansiedade, depressão e estresse no ambiente de trabalho envolve estar atento aos sinais físicos, emocionais e comportamentais.
Aqui estão algumas indicações comuns para cada condição:
Síndrome de burnout no trabalho: sintomas!
Confira aqui alguns dos sinais e sintomas do Burnout mais frequentes que os colaboradores podem apresentar:
- Necessidade constante de aprovação e validação;
- Incapacidade de se desligar do trabalho, estando sempre online e fazendo horas extras;
- Colocar o trabalho antes nas necessidades pessoais;
- Mudanças visíveis em comportamentos, humor e valores pessoais;
- Distanciamento social e problemas interpessoais;
- Exaustão e falta de energia;
- Rendimento, desempenho e produtividade em queda;
- Baixa motivação;
- Negativismo;
- Problemas de saúde frequentes;
- Sentimentos de incompetência e insegurança.
Leia também nossos outros artigos para entender mais sinais:
Ansiedade no trabalho: sintomas!
Sintomas físicos:
- Mãos frias ou suadas;
- Boca seca;
- Palpitações cardíacas;
- Náusea;
- Dormência ou formigamento nas mãos ou pés;
- Tensão muscular;
- Falta de ar.
Sintomas psicológicos:
- Sensação de aceleração, pânico, angústia e/ou inquietação;
- Pensamentos repetidos e/ou flashbacks de experiências traumáticas;
- Pensamentos obsessivos incontroláveis;
- Incapacidade de ficar quieto e calmo;
- Medo do futuro;
- Dificuldade de focar em uma coisa por vez;
- Comportamentos ritualísticos: como lavar as mãos repetidamente;
- Problemas para dormir e, consequentemente, cansaço durante o dia.
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Depressão no trabalho: sintomas!
Os sintomas da depressão podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem:
- Humor deprimido: sentimento persistente de tristeza, vazio ou melancolia;
- Perda de interesse ou prazer: siminuição do interesse em atividades que costumavam ser gratificantes;
- Fadiga e falta de energia: sensação constante de cansaço e exaustão;
- Distúrbios do sono: insônia (dificuldade em dormir) ou hipersonia (sono excessivo);
- Distúrbios alimentares: perda de apetite ou aumento do apetite e ganho de peso;
- Dificuldade de concentração: dificuldade em tomar decisões ou se concentrar em tarefas;
- Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva: autocrítica intensa e sentimentos de inutilidade;
- Pensamentos de morte ou suicídio: ideias de suicídio ou autolesão.
Quais são os sintomas de uma ansiedade depressiva?
A ansiedade e a depressão são condições distintas, mas é comum que elas coexistam, resultando em um quadro conhecido como transtorno de ansiedade depressiva ou comórbido.
Os sintomas podem variar entre indivíduos, mas alguns sinais comuns incluem:
- Humor deprimido: Sentimentos persistentes de tristeza, desesperança ou vazio;
- Ansiedade excessiva: Preocupação intensa, nervosismo ou sensação de apreensão constante;
- Fadiga: Sensação constante de cansaço, falta de energia e exaustão;
- Dificuldade de concentração: Dificuldade em focar nas tarefas, tomar decisões ou lembrar-se de coisas importantes;
- Alterações no sono: Insônia, sono interrompido ou excesso de sono (hipersonia);
- Alterações no apetite: Perda ou ganho significativo de peso, devido a alterações no apetite;
- Sentimentos de culpa ou inutilidade: Autocrítica excessiva, sentimentos de culpa sem razão aparente ou uma sensação de inutilidade;
- Retraimento social: Evitar atividades sociais, isolamento e dificuldade em interagir com os outros;
- Irritabilidade: Tendência a ficar facilmente irritado, impaciente ou frustrado;
- Sintomas físicos: Dores inexplicáveis, tensão muscular, dores de cabeça, problemas digestivos e outros sintomas físicos relacionados ao estresse;
- Pensamentos suicidas: Em casos graves, podem ocorrer pensamentos suicidas ou ideação suicida.
É importante ressaltar que a intensidade e a combinação desses sintomas podem variar de pessoa para pessoa.
Se você ou alguém que você conhece estiver enfrentando sintomas de ansiedade depressiva, é fundamental procurar ajuda profissional.
Terapia e, em alguns casos, medicação podem ser recursos eficazes para gerenciar esses transtornos.
Estresse no trabalho: sintomas!
Veja alguns sintomas de estresse e ansiedade no corpo:
- Fadiga;
- Tensão muscular;
- Dores de cabeça;
- Palpitações cardíacas;
- Dificuldades para dormir, como insônia;
- Problemas gastrointestinais;
- Distúrbios dermatológicos, como alergias;
- Queda de cabelo.
Sintomas psicológicos:
- Irritabilidade e temperamento explosivo;
- Pessimismo;
- Sentimentos de estar oprimido e incapacidade;
- Insatisfação e moral baixo;
- Dificuldades cognitivas, como redução na capacidade de concentração, memória e/ou de tomada de decisões.
Sintomas comportamentais:
- Aumento nos dias de afastamento ou absenteísmo;
- Agressividade;
- Diminuição da criatividade e iniciativa;
- Queda no desempenho no trabalho;
- Problemas com relacionamentos interpessoais;
- Mudanças de humor;
- Menor tolerância à frustração e impaciência;
- Desinteresse;
- Isolamento.
Para identificar essas condições no ambiente de trabalho, é imprescindível observar mudanças no comportamento, produtividade e interações sociais.
Além disso, a comunicação aberta e o suporte dos colegas e superiores são fundamentais para criar um ambiente propício ao bem-estar mental.
Se os sintomas persistirem, é recomendável procurar a orientação de profissionais de saúde mental.
Como cuidar de um colaborador que apresenta sintomas de Burnout, ansiedade, depressão e estresse?

Foto: Wasan Tita – istock
Cuidar de um colaborador que apresenta sintomas de Burnout, ansiedade, depressão e estresse requer uma abordagem sensível e proativa.
Veja 10 orientações:
- Comunique-se abertamente: Inicie uma conversa honesta e compassiva para entender seus sentimentos e desafios. Mostre empatia e demonstre disponibilidade para oferecer suporte;
- Flexibilidade no trabalho: Considere opções como ajuste de horários, teletrabalho ou redução temporária das responsabilidades para aliviar a carga de trabalho;
- Promova um ambiente de trabalho saudável: Crie uma cultura que valorize o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, promovendo pausas regulares e encorajando o uso de dias de folga quando necessário;
- Ofereça treinamento em gerenciamento de estresse: Proporcione workshops ou treinamentos que ensinem técnicas de gerenciamento de estresse e estratégias para promover o bem-estar emocional;
- Estabeleça um plano de trabalho realista: Trabalhe junto com o colaborador para estabelecer metas realistas e alcançáveis, ajustando expectativas quando necessário;
- Fomente um ambiente de apoio: Promova uma cultura em que os colegas se apoiem mutuamente. Incentive a formação de grupos de apoio ou a participação em atividades que fortaleçam as relações interpessoais;
- Acompanhamento regular: Mantenha comunicação regular para monitorar o progresso e ajustar as estratégias de suporte conforme necessário;
- Privacidade e confidencialidade: Respeite a privacidade do colaborador, assegurando que suas questões de saúde mental sejam tratadas com confidencialidade;
- Promova a conscientização: Ofereça programas de conscientização sobre saúde mental para reduzir o estigma associado às condições mentais;
- Encoraje a busca de ajuda profissional: Sugira que procure a orientação de um profissional de saúde mental. Ofereça informações sobre recursos disponíveis, como serviços de assistência ao empregado ou planos de saúde.
Cuidar da saúde mental dos colaboradores não apenas beneficia individualmente, mas também contribui para um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.
Conte com o Guia da Alma
A responsabilidade da empresa em promover um ambiente de trabalho saudável vai além do aspecto físico e se estende ao bem-estar mental dos colaboradores.
A implementação de políticas e programas de bem-estar nas empresas, que incluem o acesso a profissionais de saúde mental e ações preventivas, é essencial para criar um local de trabalho que valorize a saúde integral.
Ao oferecer suporte emocional, a empresa não apenas contribui para o bem-estar dos colaboradores, mas também melhora a produtividade e a satisfação no trabalho.
Guia da Alma é uma plataforma de saúde mental para empresas e pessoas.
Através da terapia online como benefício corporativo, colaboradores têm a oportunidade de trabalhar sua resiliência emocional, como construir uma rotina equilibrada, produtiva e com saúde mental.